Você, logo você, sempre risonha, sempre apertando os peludos, chorando?
Porquê?
Você, que foi luz naquele quarto pequeno de penumbra.
Você, que me acalmou sem dizer uma palavra.
Você com essa aura laranja, tão azul desta vez, também sem dizer nada.
Não chora, baby, tá tudo certo.